Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens

A estrelas piscam?

Ao anoitecer as estrelas ficam visíveis aos nossos olhos. Muitas pessoas acrescentam à beleza de uma noite estrelada ao clima de romance.
Em momentos de solidão e reflexão também buscamos nas estrelas um refugio, além de belíssimos poemas e músicas se originarem num momento de contemplação das estrelas.
Quando olhamos para as estrelas temos a impressão de que estão piscando, daí surge duas perguntinhas básicas: As estrelas piscam? Porque aos nossos olhos elas parecem piscar?
Bom às respostas são simples: As estrelas não piscam. Vemos elas piscarem devido à turbulência da atmosfera terrestre, a qual interfere na luz emitida pelas estrelas.
Por Eliene Percília

Aquecimento terrestre

Sol: indispensável para a vida na Terra

Para o desenvolvimento da vida no planeta Terra é necessário luz e calor e o responsável por fornecê-los é o sol. O calor emitido por essa estrela é fundamental para os seres vivos. De toda luz emitida somente 51% atinge a litosfera, os 49% restante ficam aderidos na atmosfera.
O calor e a luminosidade proveniente dos raios vindos do sol que alcançam a litosfera terrestre são chamados de insolação.
A quantidade de insolação varia de acordo com a posição geográfica, uma vez que a Terra possui forma esférica que determina o ângulo de incidência dos raios solares. Quanto mais se afasta da linha do equador menor é a insolação.
Em áreas próximas à linha do equador os raios atingem a superfície da Terra formando um anglo de 90º, por outro lado, nas regiões dos pólos os raios incidem de forma inclinada, assim recebe pouco calor e luminosidade.
À medida que os raios solares incidem na superfície terrestre as massas continentais e oceanos concentram e liberam uma parcela de energia recebida. Essa energia refletida aquece a atmosfera, como se fosse uma estufa, denominado de irradiação. Se não houvesse esse fenômeno a Terra teria uma temperatura muito fria.
Eduardo de Freitas
Graduado em Geografia
Equipe Brasil Escola

O Brasil nunca sofrerá um grande terremoto?

Não dá para descartar uma megatragédia desse tipo, mas a possibilidade é muito pequena. Pelo menos enquanto a gente estiver vivo. “Já devem ter ocorrido grandes terremotos no Brasil há centenas de milhões de anos. Mas, nos dados sismológicos coletados desde o século 18, não há registro de tremor forte em nosso território”, afirma o geólogo João Carlos Dourado, especialista em sismologia da Unesp de Rio Claro (SP). A certeza de que o Brasil era uma terra abençoada por Deus e imune a terremotos, porém, foi abalada no início de dezembro, quando um tremor de 4,9 graus na escala Richter no vilarejo de Caraíbas (MG), causou a primeira morte no país. De fato, o Brasil tem pelo menos 48 falhas pequenas sob sua crosta – uma delas teria causado o chacoalhão fatal (veja mapa). Mas a imagem de um país remendado não é para assustar. Primeiro, porque o Brasil fica no meio de uma placa tectônica, a Sul-Americana, longe das instáveis regiões de contato entre placas. Segundo, porque as fraturas daqui geram no máximo terremotos médios como o de Caraíbas. Mesmo que um abalo atinja uma cidade grande, provavelmente os efeitos não serão devastadores. “As casas do vilarejo desabaram por serem construções muito simples, sem suporte estrutural. Em áreas urbanas, as estruturas são reforçadas e mais resistentes a tremores dessa intensidade”, diz João Carlos.
Revista Superinteressante.

Qual é o lago mais mortal do mundo?

As águas tóxicas acomodadas na cratera de um vulcão: a qualquer momento, uma emissão de gases venenosos pode causar novo desastre.
É o Lago Nyos, em Camarões, na África, cujos gases letais já levaram a vida de mais de 2 mil pessoasThiago Medaglia Matéria publicada na edição 197 Terra

Normalmente azul, a superfície do Lago Nyos, em Camarões, no centro-oeste africano, ganhou um sinistro tom avermelhado. O nível de suas águas baixou 1 metro, mas elas, ainda assim, transbordaram, fruto de uma bizarra efervescência. Então, uma densa nuvem cinzenta se formou, composta pelos gases tóxicos emanados do Nyos, deixando um rastro de destruição por onde passava. A mortífera massa gasosa desceu velozmente pelo vale adiante, espalhando-se por 20 quilômetros e matando por asfixia mais de 1700 pessoas.O dobro disso foi perdido em cabeças de gado. Outras 4 mil pessoas escaparam a tempo, mas desenvolveram sérios problemas respiratórios. A vegetação ficou devastada. O mais criativo dos autores de ficção científica talvez tivesse dificuldade para compor um enredo tão assustador. Mas, infelizmente, a tragédia do Lago Nyos aconteceu de fato. Foi em 1986, num dos piores acidentes naturais da história, ocasionado por uma série de eventos sem a menor participação humana.Acomodado na cratera do Monte Oku, um vulcão adormecido, o Lago Nyos, com aproximadamente 1,8 quilômetro de diâmetro e 200 metros de profundidade, é uma evidência das forças pulsantes sob o solo do planeta. Abaixo da cratera, um bolsão de magma incandescente satura permanentemente de gases o fundo do lago - calcula-se em 90 milhões de toneladas a quantidade média de CO2, o dióxido de carbono, contida em suas águas. Quando essa concentração aumenta subitamente, os gases sobem à superfície e envenenam a atmosfera. Em 1986, isso aconteceu numa proporção jamais vista ou imaginada.Outros dois lagos africanos podem apresentar fenômenos semelhantes: o Kivu, em Ruanda, e o Monoum, também em Camarões, cuja maior emissão conhecida de CO2 ocorreu em 1984, matando 37 pessoas. Os cientistas não sabem se essas grandes emissões de gases tóxicos se devem a tremores de terra ou a alguma pequena erupção. Para minimizar novos desastres, as autoridades locais espalharam tubos dispersores de CO2 no Lago Nyos. As ameaças, no entanto, estão longe de acabar.Naturalmente frágil, o muro de rochas vulcânicas que cerca o lago a uma altura de 45 metros pode ceder a qualquer momento - e, nesse caso, as águas do lago, carregadas de veneno, contaminariam rios e vilarejos próximos. O desastre anunciado do Lago Nyos não se encaixa bem nem em enredos de ficção científica. Parece mais um filme de terror.

Vulcões


Com 68 vulcões distribuídos em um território 170 vezes menor do que o Brasil, a Costa Rica é, proporcionalmente, o país mais vulcânico do mundo. A grande maioria das crateras não oferece perigo, mas há pelos menos seis vulcões ativos neste momento.
Revista Terra